Echoes: Sound Reflection and the Maritime Environment — Palestra de Lino Camprubí

4 de outubro 2017 CANCELADO
Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, Campus da Caparica, Sala MIT, Ed. VII
Palestra proferida no Colóquio "Ouvir/Escutar/Afinar o Mundo" no âmbito do workshop Soundscape Campus

AVISO: I
nfelizmente, Lino Camprubí teve que cancelar a sua palestra por motivos pessoais. Contamos ter, em breve, uma nova oportunidade para o receber no CIUHCT.

Sinopse

Pink Floyd’s 1971 experimental landmark Echoes started with a ping that Cold War listeners would associate to a sonar device. The song ended with an abstract part composed with two recorders feeding each other with slight respective delays – like an echo. The lyrics invoked “the echoes of a distant tide” resounding in the deep ocean. Sonar was associated to the sea as a new echoic space. Surprisingly, less than twenty years earlier, oceanographer and filmmaker Jacques Cousteau had described the ocean as The Silent World (1953).

How did oceans become sonic spaces in this short period of time? I will look for answers in the development of technologies of signal processing and echo-sounding from WWI to the Cold War. In this period, it was through acoustics that oceanic depths became a part of human history as “operating environments”.

Sobre o orador

Lino Camprubí é historiador das Ciências e Tecnologia. Doutorado em 2011 pela Universidade da California, publicou como resultado da sua investigação o livro Engineers and the Making of the Francoist Regime (Cambridge, Mass.: The MIT Press, 2014). Actualmente é investigador no Instituto Max Planck para a História da Ciência (MPIWG), onde se tem debruçando sobre a historia da oceanografia em conjunção com as transformações de significados e tecnologias de ouvir debaixo de água. Este estudo foca-se, em particular, sobre o Estreito de Gibraltar na Guerra Fria, como um ponto crítico para as histórias globais da ciência, da estratégia e do ambiente.